Barão de Itararé – Humor Sofisticado e Eterno

humor , blog do sampaio“O mal do governo não é a falta de persistência, mas a persistência na falta.” – Barão de Itararé – humorista (1895-1971)

citações – blogdosampaio.com


 

Almanhaque, 1949

  • “Todo homem que se vende recebe mais do que vale.”
Almanhaque para 1949, “Almanhaque d’A Manha,” primeiro semestre – Página 188; de Aparício Torrelly, BarÃo De ItararÉ, Sergio Luiz Papi – Publicado por EdUSP, 2002 ISBN 853140696X, 9788531406966 – 255 páginas
  • “O fígado faz muito mal à bebida.”
Almanhaque para 1949, “Almanhaque d’A Manha,” primeiro semestre – Página 214; de Aparício Torrelly, BarÃo De ItararÉ, Sergio Luiz Papi – Publicado por EdUSP, 2002 ISBN 853140696X, 9788531406966 – 255 páginas
  • “O amor é cego, mas os guardas-civis, não”.
Almanhaque para 1949, “Almanhaque d’A Manha,” primeiro semestre – Página 88; de Aparício Torrelly, BarÃo De ItararÉ, Sergio Luiz Papi – Publicado por EdUSP, 2002 ISBN 853140696X, 9788531406966 – 255 páginas
  • “O bacalhau é um peixe lavado e passado a ferro.”
Almanhaque para 1949, “Almanhaque d’A Manha,” primeiro semestre – Página 87; de Aparício Torrelly, BarÃo De ItararÉ, Sergio Luiz Papi – Publicado por EdUSP, 2002 ISBN 853140696X, 9788531406966 – 255 páginas
  • “Este mundo é redondo, mas está ficando chato.”
Almanhaque para 1949, “Almanhaque d’A Manha,” primeiro semestre; de Aparício Torrelly, BarÃo De ItararÉ, Sergio Luiz Papi – Publicado por EdUSP, 2002 ISBN 853140696X, 9788531406966 – 255 páginas
  • “Há qualquer coisa no ar, além dos aviões de carreira.”
Almanhaque para 1949, “Almanhaque d’A Manha,” primeiro semestre – Página 17; de Aparício Torrelly, BarÃo De ItararÉ, Sergio Luiz Papi – Publicado por EdUSP, 2002 ISBN 853140696X, 9788531406966 – 255 páginas
  • “As mulheres de certa idade nunca são de idade certa.”
Almanhaque para 1949, “Almanhaque d’A Manha,” primeiro semestre – Página 187, Barão De Itararé, Sergio Luiz Papi – EdUSP, 2002, ISBN 853140696X, 9788531406966 – 255 páginas

Almanhaque, 1955

  • “A primeira ação de despejo foi a expulsão de Adão e Eva do Paraíso por falta de pagamento de aluguel e comportamento irregular.”
Almanhaque, 1955, segundo semestre, ou, “Almanaque d’A manha”: edição fac-similar – Página 75; de Aparício Torrelly – Publicado por EdUSP, 2002 ISBN 8531406943, 9788531406942 – 192 páginas
  • “Este mês, em dia que não conseguimos confirmar, no ano 453 a.C., verificou-se terrível encontro entre os aguerridos exércitos da Beócia e de Creta. Segundo relatam as crônicas, venceram os cretinos, que até agora se encontram no governo.”
Almanhaque, 1955, segundo semestre, ou, “Almanaque d’A manha”: edição fac simile – Página 9; de Aparício Torrelly – Publicado por EdUSP, 2002 ISBN 8531406943, 9788531406942 – 192 páginas
  • “Para este mundo ficar bom, é preciso fazer outro.”
Almanhaque, 1955, segundo semestre, ou, “Almanaque d’A manha”: edição fac simile – Página 44; de Aparício Torrelly – Publicado por EdUSP, 2002 ISBN 8531406943, 9788531406942 – 192 páginas
  • “De onde menos se espera, daí é que não sai nada.”
Almanhaque, 1955, segundo semestre, ou, “Almanaque d’A manha”: edição fac simile – Página 119; de Aparício Torrelly – Publicado por EdUSP, 2002 ISBN 8531406943, 9788531406942 – 192 páginas
  • “A televisão é a maior maravilha da ciência a serviço da imbecilidade humana.”
Almanhaque, 1955, segundo semestre, ou, “Almanaque d’A manha”: edição fac simile – Página 70; de Aparício Torrelly – Publicado por EdUSP, 2002 ISBN 8531406943, 9788531406942 – 192 páginas
  • “Deus dá pente a quem não tem cabelo.”
Almanhaque, 1955, segundo semestre, ou, “Almanaque d’A manha”: edição fac simile – Página 114; de Aparício Torrelly – Publicado por EdUSP, 2002 ISBN 8531406943, 9788531406942 – 192 páginas
  • “Quem inventou o trabalho não tinha o que fazer.”
Almanhaque, 1955, segundo semestre, ou, “Almanaque d’A manha”: edição fac simile – Página 150; de Aparício Torrelly – Publicado por EdUSP, 2002 ISBN 8531406943, 9788531406942 – 192 páginashumor - leão desapontado, desdenhando

Máximas e Mínimas

  • “O tambor faz muito barulho, mas é vazio por dentro.”
Máximas e mínimas do Barão de Itararé‎ – Página 423, de Aparício Torrelly, Afonso Félix de Sousa – Publicado por Record, 1985 – 187 páginas
  • “Tempo é dinheiro. Vamos, então, fazer a experiência de pagar as nossas dívidas com o tempo.”
Máximas e mínimas do Barão de Itararé‎ – Página 35, de Aparício Torrelly, Afonso Félix de Sousa – Publicado por Record, 1985 – 187 páginas
  • “Vamos deixar como está para ver como eu fico.”
Máximas e mínimas do Barão de Itararé‎ – Página 67, de Aparício Torrelly, Afonso Félix de Sousa – Publicado por Record, 1985 – 187 páginas
  • “O mal do governo não é a falta de persistência, mas a persistência na falta.”
Máximas e mínimas do Barão de Itararé‎ – Página 70, de Aparício Torrelly, Afonso Félix de Sousa – Publicado por Record, 1985 – 187 páginas
  • “Não é triste mudar de idéias; triste é não ter idéias para mudar.”
citado em “Barão de Itararé‎” – Página 72, de Ernani Ssó – Publicado por Tchê!, 1984 – 101 páginas
  • “Os homens nascem iguais, mas no dia seguinte já são diferentes.”
Máximas e mínimas do Barão de Itararé‎ – Página 28, de Aparício Torrelly, Afonso Félix de Sousa – Publicado por Record, 1985 – 187 páginas
  • “O casamento é uma tragédia em dois atos: um civil e um religioso.”
Máximas e mínimas do Barão de Itararé – página 53, Aparício Torrelly, Afonso Félix de Sousa – Record, 1985 – 187 páginas
  • “Tudo seria fácil se não fossem as dificuldades.”
Máximas e mínimas do Barão de Itararé – página 80, Aparício Torrelly, Afonso Félix de Sousa – Record, 1985 – 187 páginas

Mal atribuídas

  • “Testamento de pobre se escreve na unha.”
Almanhaque, 1955, segundo semestre, ou, “Almanaque d’A manha”: edição fac-similar – Página 62; de Aparício Torrelly – Publicado por EdUSP, 2002 ISBN 8531406943, 9788531406942 – 192 páginas
    • citação similar: “testamento do pobre na unha se escreve.”
“Adagios, proverbios, rifãos e anexins da lingua portugueza, tirados dos melhores autores nacionaes, e recopilados por ordem alfabetica” – Página 149; de Francisco Rolland, Tipografia Rolandiana – Publicado por Typ. Rollandiana, 1841 – 150 páginas

humor

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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